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Transmissões síncronas/assíncronas


  • Transmissões síncronas
    • Que ocorre a intervalos regulares entre o emissor e o receptor.
    • Existe uma linha comum entre ambos pela qual corre um sinal de relógio digital, que assim coloca ambos em sintonia.
    • É a norma para redes locais.

           

  • Transmissões assíncronas
    • Que não é sincronizada; obriga a que cada pacote de dados se identifique e assinale o seu início e fim.
    • Usa-se nas ligações entre dois computadores através de um cabo série ou na ligação a terminais.
           

Técnicas de codificação



·         Non return zero
·         Return Zero
·         Diferenciais


Codificação – Non return to zero (NRZ)

·         NRZ-L (non return to zero level)
>0 = alto nível
>1= baixo nível

·         NRZ-I (Non return to zero, invert ones);
>0= sem transição no ínicio do intervalo
>1= com transição no ínicio do intervalo

  • Codificação diferencial

>Pode ser mais confiável o reconhecimento da transição na presença de ruído  do que comparar valores.
>Em sistemas complexos é fácil perder a polaridade do sinal.

  • NRZ não são complexos.
  • Utilizam a largura de banda eficientemente.
  • A principal limitação é a falta de sincronização, pois durante a transmissão de longas sequências de 1 ou 0 para o NRZ-L, e longas sequências de 1 para 0 o NRZ-I, a saída é uma voltagem constante durante um longo período de tempo.
Codificação- Return to zero (RZ)


Bipolar- AMI
  • 0= sem sinal na linha
  • 1=sem sinal positivo ou negativo, alternando a polaridade.
  • não haverá perda de sincronização se houver uma grande sequência de 1's (uns).Um longo string de bits de 0's (zeros) poderá causar a dessincronização.

Pseudotermário
>0= alterna a polaridade.
>1= sem sinal.

>igual ao bipolar AMI, apenas com a inversão da representação de 0's e 1's.

Diferenciais

Codificação- Bifase

  • Manchester 
 >0= transição de alto para baixo no meio do intervalo.
>1= transição de baixo para alto no meio do intervalo.

  • Manchester Diferencial
>sempre tem transição no meio do intervalo.
>0= com transição no ínicio do intervalo.
>1=sem transicção no ínicio do intervalo.

  • Mantém relógio, precisam de maior largura de banda.


O Decibel (dB) / Largura de banda / Throughput / Bit rate 2016



Decibel (dB)



  • É uma unidade de medida importante na descrição de sinais nas redes.
  • Está relacionado com os expoentes e logaritmos.
  • Mede a intensidade relativa de dois sinais ou de um mesmo sinal em pontos diferentes




Largura de banda

  • É a diferença ou amplitude entre a frequência mais alta e mais baixa que o canal de transmissão permite.
  • A uma maior largura de banda corresponderá uma maior capacidade de transmissão de informação.




Throughput
  • Refere-se à largura de banda realmente medida, numa hora do dia específica, usando específicas rotas de Internet, e durante a transmissão de um conjunto específico de dados na rede.
  • Infelizmente, por muitas razões o throughput é muito menor que a largura de banda digital máxima possível do meio que está a ser usado.

Alguns dos fatores que determinam o throughput são os seguintes:
  1. Dispositivos de interligação
  2. Tipos de dados que estão a ser transferidos
  3. Topologias de rede
  4. Número de utilizadores na rede
  5. Computador do utilizador
  6. Computador servidor
  7. Condições de energia


Bit rate
Bit rate ou data rate (bps) - número de bits transferidos por unidade de tempo (segundo) - diretamente relacionado com a largura de banda H


Frequency shift keying / Phase shift keying /Quadrature PSK / Amplitude shift keying


Amplitude shift keying


→ Valores representados por diferentes amplitudes da portadora.
→ Usualmente, uma amplitude é zero.
i.e. presença ou ausência da portadora é utilizada.
→ Susceptível a ganhos de amplitude.
→ Ineficiente, até 1200 bps em canais de voz.
→ Usado em fibra ótica.
Frequency shift keying

→ Valores representados por diferentes frequências (próximas da portadora).
→ Maior imunidade a ruídos que ASK.
→ Rádios de alta frequência.

Phase shift keying

→ Fase da portadora é modificada para representar dados.
→ PSK diferencial
→ Fase modificada relativa a transmissão prévia ao invés da relação a sinal de referência.


Quadrature PSK

Uso mais eficiente pois cada elemento de sinal representa mais de um bit.
→ p. ex: mudanças em fase de /2 (90º)
cada elemento representa 2 bits.
→ pode usar 8 ângulos de fase e tem mais de uma amplitude (combinação).
→ modems de 9600 bps modem usam 12 ângulos, quatro dos quais têm duas amplitudes.
8+(4*2)=16 elementos diferentes de sinal.


Exemplos:



Técnicas de conversão analógico-digital


Dados digitais, sinais analógicos




Dados digitais, sinais analógicos

Sistema público de telefonia
  • 300 Hz a 3400 Hz
  • Usar modem (modulator-demodulator)

Amplitude shift keying (ASK)
Frequency shift keying (FSK)
Phase shift keying (PSK)



Modulação

Técnicas de modulação:
  • Sinal original deslocado para a frequência de uma portadora.
  • Portadora é modulada (transformada) para representar o sinal.
  • Modulação em:

→ Amplitude
→ Frequência
→ Fase


Exemplos:








Transmissão de sinais analógicos e digitais ( aula)

Transmissão de sinais analógicos e digitais


Transmissão de dados → Passagem de sinais através de meios físicos.
Sinais analógicos
Sinais digitais

Exemplos:





Sinais analógicos
Sinais elétricos que variam constantemente entre todos os valores possíveis permitidos por meio de transmissão.
Onda sinusoidal
→ Amplitude
→ Frequência
    → Fase
Baixa largura de banda.


Dados digitais, sinais digitais

Sinal digital
→ Pulsos discretos de voltagens.
→ Cada pulso corresponde a um elemento de sinal.
→ Dados binários codificados nesses elementos.



Sinais digitais

Sequência de intervalos de tamanho fixo igual a T segundos, chamados de sinalização, durante os quais a amplitude do sinal permanece fixa caracterizando um dos símbolos digitais existentes.
→ Repetir regenera o sinal.
→ Baixo custo - integração - produção em escala.
→ Integração de voz, dados e imagens.
→ Facilidade de encriptação.
→ Utilização de fibra ótica
→ Facilidades de endereçamento, comutação e controle.

Transmissão em série e em paralelo




Série: Todos os bits seguem pelo mesmo fio.

Paralelo: Normalmente agrupadas em 8 bits, cada conjunto de bits segue por 8 fios diferentes em simultâneo.








Transmissão por difusão

Ocorre em redes em que a mensagem enviada por um computador é enviada para todos os outros, embora apenas o destinatário a leia.
Tal é possível porque numa rede cada computador tem um endereço e as mensagens que por lá circulam contêm o endereço do destinatário.






Transmissões ponto-a-ponto
Transmissão dedicada entre dois computadores
Rigorosamente não envolve intermediários, mas actualmente o conceito foi alargado de modo a permitir a inclusão de aparelhos intermediários entre o emissor e o receptor.
Exemplo: a conferência na Internet.


Transmissão sequencial

Transmissão típica das redes em anel, em que a mensagem vai passando de computador em computador até chegar ao destinatário.



 
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